O Pacote das Pipocas

É desta que não me calo!

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Bom Natal!




Espero passar o Natal quentinha, sossegada (já não há pulmões que aguentem a tosse!)... e de papo para o ar.

E já agora, sabem como é que nasceu o Pai Natal?


Pois é...

BOM NATAL!!!

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Eu, Pipocas

Que tal, um livro com este título? De certeza que já estava a dar $$$. Uuuiiiii e eu que tenho tanto para contar….

Prometo que é sem flatulências, cortes de pêlos do nariz, orelhas e outras pilosidades (será que queriam convencer que o gajo é afilhado do macaco?!), nem ameaças de morte… e muito menos com subornos.

Em vez de apitos dourados, havia de certeza uma "porrada" de cartões vermelhos para distribuir.

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Pearl Jam

Uma das minhas preferidas...

terça-feira, dezembro 05, 2006

Está quase, quase… sem papas na língua



Esta semana fui “arejar” até à baixa, onde não ia desde há longos meses.
Muita gente, muito trânsito, muito cheirinho a castanhas assadas (para não dizer pior, que o pessoal não toma banho e nem um desodorizantezinho… xiça!)

A espreitar montras à esquerda e à direita, deu-me de repente uma daquelas vontades… sim que isto de ver montras é uma canseira e dá vontade de ir aliviar as “vontades urgentes”.

Ok… onde é o sítio mais perto e apresentável? O centro comercial na Rua do Carmo.

E aqui começa a aventura:

Primeiro grande mistério: onde raio ficam as casas de banho? Fiquei convicta que a vontade de fazer xixizito é diametralmente oposta à percepção das coisas, porque só depois de muito penar é que encontrei o tão almejado recinto. E já estava nas últimas.

Segundo grande mistério: a “alegria” deu rapidamente lugar à aflição! Estavam nove senhoras à espera de ocupar a única (ÚNICA!!!!) casa de banho do Centro Comercial (faz lembrar aquelas questões da Revista Maria: será normal?).

Entre abanar-se disfarçadamente, bater com o pé no chão, soprar para o ar, suar… cada uma à sua maneira ia extravasando a vontade e o “está quase, quase”. A vergonha passou quando uma das senhoras soltou alto e em bom som: “se isto demora mais mijo as cuecas!”.

Grande língua a nossa!